Que tal recarregar seu smartphone com um parque eólico em miniatura?

mini moinho

Um pesquisador associado UT Arlington e engenharia elétrica professora criaram um micro-moinho de vento que geram energia eólica e pode tornar-se uma solução inovadora para baterias de telefone celular constantemente na necessidade de recarga e de geração de energia em casa, onde grandes moinhos de vento não são os preferidos.

Os pesquisadores Smitha Rao e J. C. Chiao, da Universidade Texas Arlington, desenvolveram um microgerador eólico funcional. Ele pode se tornar uma solução inovadora para recarregar a bateria de dispositivos móveis cuja bateria normalmente não dure um dia inteiro (ou noite).

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O protótipo do micro-aerogerador desenvolvido por Smitha e Chiao mede apenas 1,8 mm em seu maior lado (torre + pá). Sua espessura faz com que dez desses microgeradores eólicos possam ser enfileirados funcionando em cima de um grão de arroz. Uma pena que não possamos fazer diretamente uma regra de três com o Enercon E-126, com altura 100.000 vezes maior, pois supondo que as tecnologias de geração elétrica fossem exatamente as mesmas teríamos uma bem generosa geração de 75 watts-hora na microturbina.

Voltando ao assunto, a ideia proposta na pesquisa é usar centenas desses micro-aerogeradores na capa de um smartphone ou tablet e, assim, recarregar sua bateria em ambientes bem ventilados. Uma capa do tamanho do iPhone 5S poderia conter mais de 2.000 microturbinas e o tempo necessário para a recarga eólica com os microgeradores seria equivalente ao dos bons recarregadores USB.

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Com relação à durabilidade, afinal os aerogeradores convencionais precisam de bastante manutenção, os pesquisadores da Texas Arlington laguna_micro-windmill_jcchiao
acreditam que a liga flexível de níquel seria resistente o bastante para suportar ventos um pouco mais fortes. Óbvio que não tão fortes ao ponto de levar telhados junto.

A fabricação em massa dos microgeradores ficaria à cargo da taiwanesa WinMEMS, também parceira numa futura comercialização: como o design da microturbina mistura conceitos de origami à fabricação convencional de chips baseados em semicondutores, então complexas micro-estruturas tridimensionais podem ser montadas à partir de finas peças de metal utilizando técnicas de galvanoplastia planar em múltiplas camadas.

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Traduzindo: é uma forma mais rústica (e barata) de impressão 3D, pois o custo de fabricação de apenas um microgerador eólico seria o mesmo que fazendo centenas ou milhares à partir de um mesmo wafer metálico.

Abaixo um vídeo com a microturbina girando:

Minúsculas turbinas eólicas podem não substituir Belo Monte, mas esse inusitado conceito poderia sim ser bastante interessante como uma alternativa à baterias sobressalentes, em caso de apagão no bairro.

Fonte: UTA via TV.

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