Conheça 5 empresas que colaboraram com o nazismo

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Não é novidade para ninguém que várias empresas que despontam como as maiores do mundo lucraram e continuam lucrando até hoje com a guerra. Agora vamos conhecer algumas delas.

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E é claro que existem centenas de outras marcas, não tão famosas quanto as que citamos nessa postagem que também colaboraram com o Terceiro Reich. Então o objetivo desse texto não é execrar ninguém, até porque já se passaram mais de três gerações desde o acontecimento, e nenhum dos antigos fundadores, presidentes ou diretores da época estão em atividade hoje.

 

Kodak

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A Kodak usava escravos dos campos de concentração em sua filial na Alemanha, e fez grandes negócios com o governo nazista, fabricaram gatilhos, detonadores e outros equipamentos militares.

A empresa também demitiu todos os seus funcionários judeus a pedido de Wilhelm Keppler, um dos diretores da economia da Alemanha durante a era Hitler e que tinha forte influência na Kodak. Na época Wilhelm ficou conhecido inclusive como “O Homem Kodak”.

 

Hugo Boss

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A Hugo Boss antes da Segunda Guerra Mundial era apenas uma empresa familiar, como qualquer outra que fabricava uniformes para os carteiros alemães. Então em 1931 Hugo Boss (Pessoa) se filiou ao Partido Nazista, e dois anos depois já estava produzindo os uniformes da SS, SA e da Juventude Hitlerista.
O negócio ficou tão prospero e ia tão bem com os ideais de Hitler que a empresa chegou a usar trabalho escravo dos campos de concentração da Polônia e França para dar conta da produção. Essa história foi admitida pela própria empresa, sem muito orgulho é claro.

 

Volkswagen

Volkswagen

Esse é um verdadeiro fato desconhecido, Hitler ajudou na criação do conceito e do nome Fusca.
Ferdinand Porsche (Fundador da Volkswagen e da Porsche), era um colega íntimo de Hitler, o ditador pediu a ele que fosse criado um carro simples, como um besouro. Então quando o projeto ficou pronto Ferdinand deixou o próprio Fuhrer nomear o carro.
Além disso o criador da Volkswagen tinha uma ligação direta com Himmler, um dos líderes da SS, e solicitava escravos de Auschwitz sempre que havia a “necessidade”.
No período da Segunda Guerra acredita-se que 90% dos trabalhadores das fabricas da empresa eram escravos.

 

Siemens

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No ano de 2001 a empresa entrou com uma solicitação de patente nos EUA para registrar uma linha de fornos a gás chamada de Zyklon, mesmo nome do gás usado para matar judeus nas câmaras que a própria empresa construiu durante a Segunda Guerra Mundial.
Obviamente o pedido gerou um problema enorme para a marca, que rapidamente abriu mão da linha de produtos.
Na época a assessoria de imprensa da empresa foi a público se desculpar e disse que a intenção era apenas traduzir a palavra “ciclone” para o alemão “zyklon”, e não lembrar o gás venenoso.
Um pequeno detalhe que dá um tom absurdo para tudo isso, é que as câmaras de gás eram construídas pelos próprios escravos judeus.

 

Allianz Seguros

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A marca que você vê com uma musiquinha feliz toda vez que vai ao cinema tem um passado complicado. Durante o Holocausto, os judeus que tinham seguro de vida na Allianz faziam um péssimo negócio, já que as apólices eram pagas diretamente para o governo nazista. Além disso, o CEO da Allianz na época era um dos conselheiros de Hitler.

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