Algumas possibilidades de como a Terra realmente poderia acabar

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Nós estamos acostumados a ver na tela de cinema grandes produções com temas apocalípticos que fizeram grande sucesso no mundo inteiro, mostrando várias forma de como a terra poderia acabar como por exemplo impacto de asteroides, ataques alienígenas, vírus mortais e outros fatores que fazem o público delirar ou mesmo deixar os mais sensíveis apreensivos.

Mas nem tudo é pura ficção certo? Nos últimos anos os cienticistas têm se precoupado bastente com o que pode dar fim ao planeta Terra, e muito dessas produções cinematograficas do fim do mundo, podem sim se aproximar do que realmente pode acontecer. Confira abaixo algumas visões apocalípticas que os cientistas estão considerando que se tornem realidade num futuro não muito distante.

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O aquecimento global

aquecimento global

Para a maioria dos cientistas este fator que já acontece em nosso planeta há um bom tempo é a maior ameaça para nós. A mudança climática causada pelo aquecimento global pode produzir extremos ainda mais graves no tempo, aumentando as secas em algumas áreas, alterando ainda a distribuição de animais e doenças em todo o mundo.

Além disso, o aquecimento pode causar a elevação do nível do mar, deixando várias partes de continentes submersas — fato que já está começando a acontecer em algumas áreas do mundo. Todas essas mudanças podem levar à instabilidade política, seca severa, fome, ao colapso dos ecossistemas e a outras mudanças que farão da Terra um lugar decididamente inóspito para se viver.

 

Asteroides

asteroides

Um dos temas mais abordados nos “filmes-catástroficos” é o choque de asteroides contra o nosso planeta. Mas isso é uma possibilidade real e os cientistas estão legitimamente preocupados que uma rocha espacial possa acabar com a vida na Terra.

Um impacto de meteoro provavelmente condenou a existência dos dinossauros e, no evento Tunguska, um meteoro maciço danificou cerca de 2 mil quilômetros quadrados de floresta siberiana em 1908. O que é mais assustador é que os astrônomos só têm conhecimento de uma fração das rochas espaciais à espreita no sistema solar.

 

Ameaça de pandemia

amaeça de pandemia

Novos agentes patogênicos letais surgem a cada ano: pandemias recentes incluíram surtos de Sars (síndrome respiratória aguda grave), gripe aviária e suína, e, mais recentemente, um coronavírus chamado MERS, que se originou na Arábia Saudita.

Devido à nossa economia interconectada globalmente, uma doença mortal poderia se espalhar rapidamente.

Além dos vírus que surgem naturalmente nos ecossistemas, existe ainda a ameaça daqueles produzidos em laboratório, que podem inadvertidamente escapar dos seus meios de criação ou serem lançados intencionalmente, levando a uma pandemia generalizada em todo o mundo.

 

A guerra nuclear

guerra nuclear

Muitos cientistas ainda estão preocupados com a clássica ameaça do fim do mundo: a guerra nuclear global. Além do estardalhaço que têm feito o líder norte-coreano Kim Jong-un e os esforços nucleares secretos do Irã, os estoques enormes de armas nucleares em todo o mundo poderiam causar destruição em posse de mãos erradas.

 

A ascensão robô

robô

O filme “O Exterminador do Futuro” pode ser ficção científica, mas as máquinas programadas para matar não estão tão longe da realidade. Tanto que a ONU pediu recentemente a proibição de robôs assassinos — presumivelmente porque os especialistas temem que vários países já estejam desenvolvendo esse tipo de tecnologia.

Muitos cientistas da computação preveem que a singularidade, o ponto em que a inteligência artificial ultrapassa a inteligência humana, está próxima. Se esses robôs serão ajudantes benevolentes ou o flagelo da humanidade, tudo isso ainda está em debate. Mas a possibilidade existe.

 

Superpopulação

superpopulaçao

O medo de um mundo superpovoado tem sido assunto desde o século 18, quando Thomas Malthus previu que o crescimento da população causaria fome em massa e sobrecarregaria o planeta.

Com a população mundial a 7 bilhões (e contando), muitos conservacionistas consideram esse crescimento como uma das principais ameaças para o planeta. Claro, nem todo mundo concorda: muitos acreditam que o aumento da população se estabilizará nos próximos 50 anos e que a humanidade irá inovar seu caminho sem as consequências negativas da superlotação que ocorre.

 

Efeito “Bola de Neve”

bola de neve

Embora cada um desses cenários possa acontecer, a maioria dos cientistas acha que um efeito bola de neve de vários desses eventos seja mais provável para culminar no caos mundial. Por exemplo, o aquecimento global pode aumentar a prevalência de patógenos ao mesmo tempo, causando mudanças generalizadas no clima.

Enquanto isso, o colapso do ecossistema poderia tornar mais difícil de produzir alimentos, sem abelhas para polinizar plantações ou árvores para filtrar a água agrícola. Assim, em vez de uma catástrofe épica, vários fatores relativamente pequenos iriam piorar um pouco a vida na Terra, até que gradualmente ela seria degradada.

E aí qual dessas opções você acha que será nosso fim?

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