7 mitos sobre o cérebro humano

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O cérebro humano vem sendo estudado exaustivamente por cientistas há muitos anos, mas mesmo assim ainda há muito o que descobrir sobre ele. Devido a isso, é comum que alguns mitos sobre o funcionamento do órgão se torne “conhecimento popular”. Sendo assim, selecionamos sete equívocos sobre o cérebro que ouvimos frequentemente.

O cérebro ganha “rugas” novas quando aprendemos algo

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Ao contrário do que se acredita, as rugas e curvas do cérebro não surgem conforme aprendemos algo novo, elas são resultado de muitos anos de evolução. Os humanos desenvolveram cérebros maiores do que das outras espécies, mas que acomodaram-se em caixas cranianas relativamente pequenas, o que forçou esses órgãos a se dobrarem sobre si mesmos.

Excesso de álcool matam milhares de neurônios

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Ao exagerar no álcool, parte dele cai na corrente sanguínea e pode chegar ao cérebro, danificando estruturas e neurônicos responsáveis por receber e transmitir informações, interferindo na forma como essas células se comunicam. Porém, o álcool não provoca a morte de milhares de neurônios, como dizem.

Usamos apenas 10% do nosso cérebro

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A verdade é que usamos todo o cérebro o tempo inteiro. São ativadas diferentes regiões para comandar as mais diversas funções que os nossos organismos realizam, e existem inúmeros estudos que trazem evidências fisiológicas e biológicas que comprovam isso.

Ouvir música clássica nos torna mais inteligentes

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Apesar de ser muito conhecido, a verdade sobre esse mito é que não existem evidências científicas que comprovem que sessões de música clássica nos deixem mais inteligentes. No entanto, há estudos que apontam que a música – de qualquer tipo, desde que nos agrade – parece melhorar a nossa habilidade de manipular formas mentalmente.

O cérebro é composto apenas por neurônios

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O cérebro conta com bilhões de neurônios, mas o fato é que eles só representam 10% do órgão mais inteligente do nosso corpo. Os 90% restantes são compostos pelas células da glia, responsáveis pela nutrição e suporte aos neurônios.

Lesões cerebrais são permanentes

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Diferente do que muitos acreditam, as lesões cerebrais não são necessariamente permanentes. No entanto, o cérebro é capaz de desenvolver novas conexões para substituir as que foram danificadas e de reestruturar funções através de regiões cerebrais que continuam perfeitamente estáveis.

Cada região do cérebro é responsável por uma função

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Mentira! Diferente do que muita gente pensa, as áreas do cérebro não possuem funções específicas. O nosso cérebro é muitíssimo flexível, e um exemplo disso é a forma como o órgão reorganiza para que cada região passe a ser utilizada de forma a melhorar o sentido da audição em pessoas cegas.

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